Porque é que adoro o Empire?

Um drama familiar sobre o líder de um império musical e a luta dos seus três filhos pelo trono. À partida nada de muito entusiasmante... Ou pelo menos pensava eu. Não podia estar mais enganada! Sempre ouvi dizer que não devemos julgar um livro pela capa. O mesmo se aplica a esta situação: não julgar sem antes ver a série, nem que seja um epsisodiosinho! 


Depois de ver o primeiro episódio a minha opinião mudou radicalmente. Fiquei completamente arrebatada, completamente surpreendida no bom sentido! Tornei-me fã incondicional da série. Nem quero acreditar que o último episódio da temporada é já esta quinta-feira... O que vai ser de mim sem Empire?

Não sei se é o espírito irreverente da Cookie. Não sei se são as covinhas do Jamal ou a sua voz melodiosa (e super sexy!). Não sei se são as músicas ou o drama. Ou serão os amores e desamores? Se calhar é a intriga.. Ou será que é o valor da família? 







Vou ser sincera, não sei o que me cativa tanto! Nunca pensei ficar apaixonada por esta série mas a verdade é que estou!  E não sou a única. Ninguém pode negar que Empire é um autêntico fenómeno (é SÓ a série mais vista nos Estados Unidos, e não é para menos!). 






Só sei que cada episódio, cada intriga, cada música me envolve. Se gosto de hip hop? Not really! Mas as músicas e melodias de Emprire fascinam-me, cativam, ficam no ouvido! Será a voz sensual do Jamal? Quase de certeza! Aquela voz arrepia qualquer um...

E o guarda roupa... Ai o guarda roupa!! Casacos de peles, padrões animalescos, colares de ouro, unhas de fazer inveja a qualquer uma, maquilhagem carregada, acessórios e mais acessórios… Repleto de bling bling. Só sei que queria os vestidos todos da Cookie (queria e não é pouco!).

Deixo-os aqui com o meu maior porquê de adorar Empire: o Jamal a cantar! (é tão bom, mas tão bom, que até chateia!)




Quantos fãs desta série por aí? 
Beijoca enorme! 




Roller Lash by Benefit

Dilemas, dilemas dilemas! Todas sonhamos com umas pestanas longas, curvadas... (eu pelo menos sonho!).

A Benefit encontrou a solução para os nossos problemas (ou pelo menos é o que afirma). Pestanas pequenas, direitas, viradas para baixo? No problem. Roller Lash vai resolver o problema! Uma máscara que promete inovar o mundo da cosmética. Promete, e não é pouco! 




O que a torna diferente de todas as outras máscaras, perguntam vocês. Permite curvar as pestanas, sem termos de usar o revirador. Estão a imaginar o que é poder revirar e curvar as pestanas sem ter de usar aquele instrumento de tortura? Adeus revirador de pestanas! 

E não é que funciona mesmo? É um autêntico revirador de pestanas natural. Um lifting revigorante para o olhar.

A escova é fantástica. Estão a ver aqueles rolos de cabelo que costumamos ver as senhoras a usar para fazer permanentes? É nesses rolos que a escova se inspira. Tal como os rolos, a escova tem pequenos ganchos de borracha. Os ganchos agarram e separam todas as pestanas, até as mais pequenas. Dão volume e extensão e permitem curvar. É pequena o que é bom, ideal para todo o tipo de olhos. Pode ir muito perto da raiz das pestanas (o que é ótimo para as enrolar).

Tem dois lados. A parte côncava para fazer a curvatura das pestanas e a outra para as pintarmos e dar volume – faz tudo parte de um sistema que promete curvar a pestana até 12 horas.



Tem também outros benefícios. É muito hidratante, contem provitamina B5 e Serina (ótima para a saúde das nossas pestanas!). Por ser tão hidratante é bastante húmida e demora um pouco a secar. Mas por outro lado é muito leve, parece que não temos rímel!

A embalagem é super hiper mega fofa! O tubo, na ponta, parece um rolo de cabelo. A textura de borracha do tubo é muito inteligente. Assim não corremos o risco de que aquilo escorregue das nossas mãozinhas.


As pestanas ficam de facto separadas, mais curvadas. Ficam com um aspeto natural e nada exagerado! Eu adorei (e adoro!). Estou deveras surpreendida com o resultado!
Preço: 25 euros.


ANTES




DEPOIS

Zara, uma história de amor

Há muito (muuuuiiito) tempo que não tinha um fim de semana livre, sem trabalho nem trabalhinhos. Tinha tempo para mim! Nada melhor que uma tarde a ver montras. É triste eu sei, devia aproveitar para fazer alguma coisa melhor e mais produtiva... Mas não via monstras desde janeiro! Estava mesmo a precisar. 

Se há uma loja/marca sem a qual não posso viver é uma (e só uma): Zara! A nova coleção numa palavra - PERDIÇÃO! Consegui conter-me e comprei apenas 3 peças. Juntas compõem um look lindo, lindo, lindo! De lamentar só uma coisa: o preço das peças da nova coleção. O meu closet bate palminhas mas a minha carteira chora!






Trouxe uma saia creme plissada (ficam a saber que sou louca por saias e vestidos... ai vestidos!).






Trouxe esta blusa estampada com fecho de correr nas costas (ainda não tinha uma blusa com um padrão assim, estou a adorar!).



E por fim, e não menos importante, trouxe um colar de cadeia com pérolas.

O que acham? Gostam do conjunto? Opiniões acera da nova coleção da Zara, alguém?

Saia creme plissada: 29,95€ 
Blusa estampada preta e branca com fecho de correr nas costas : 39,95€
Colar com pérolas: 19.95€

Cinderella

A Cinderella já estreou! Quem me conhece sabe que era imperativo ver. Esta maluquinha por filmes da Disney não podia faltar. Vocês por acaso conhecem alguém que não goste dos filmes da Disney? Eu não! Não vou mentir, as expetativas eram altas, muito altas! Passe o tempo que passar, eu serei sempre uma “menina Disney”. Adoro estes novos filmes da Disney que reinventam os velhos Contos de Fadas (como Maléfica e a Alice no País das Maravilhas). E agora a Cinderella, a minha princesa favorita! Conseguem imaginar o meu entusiasmo?

Às vezes não sei de onde vem tamanha magia, tamanho encanto... É toda uma infância, ou melhor, toda uma vida a ser "disneydependente". Pensem num filme qualquer. Eu garanto-vos que o tenho! No meio da minha montanha de cassetes lá estará. Sim, cassetes! Daquelas de fita e tudo. Daquelas em que a Branca de Neve e a Ariel falam em português do Brasil! Umas autênticas relíquias.

Todos conhecemos a história. Cinderella é uma menina órfã que vive com a madrasta e as duas meias-irmãs. Vive para as agradar, trabalha e trabalha sem receber nada em troca. Um belo dia o Rei organiza um baile, todas as jovens solteiras do reino (nobres ou plebeias) estão convidadas. Como é óbvio não pode faltar. Cinderella desperta a curiosidade de todos no baile, encantando o príncipe. Depois de algumas peripécias pelo meio (vejam lá que a rapariga teve de sair à pressa do bailarico, perdeu um sapato e foi descalça para casa) apaixona-se irremediavelmente pelo príncipe (e ele por ela). O príncipe procura a dona do sapato perdido (nem o nome dela sabia!). Lá encontra a única rapariga do reino que calça 34. Casam e vivem felizes para sempre.

Agora, vamos falar de coisas sérias. Os cenários e o guarda-roupa (ai o guarda roupa!) são de sonho! Ai aqueles vestidos! Embora me pareça que o vestido de baile pese mais de 20 quilos (nem sei como é que ela anda a dançar e andar aos saltinhos com aquilo!) a verdade é que é deslumbrante. Mas a medalha de ouro do guarda-roupa vai para os sapatos de cristal. A Swarovski conseguiu criar os sapatos de cristal mais conhecidos de sempre, e os mais bonitos também! Até já me estou a imaginar a calçar aqueles lindos sapatinhos. Provavelmente iria ficar com uma dor de pés insuportável, mas como diz o ditado “quem tem brio não tem frio” (neste caso quem tem brio tem de aguentar com as dores!). 


Kenneth Branagh conseguiu realizar uma obra com uma classe e beleza incomparáveis! Foi capaz de captar a atmosfera do filme e trazê-la para a realidade. "Cinderella" capta o espírito do clássico filme, respeita-o. Por isso, e por não terem destruído o meu filme favorito da Disney estou eternamente grata.


31 dias

Um mês passou e com ele passou também a estadia no Jornal de Letras. Foram dias... diferentes. Estava habituada ao ritmo da televisão, acelerado, contínuo (my kind of thing!) A transição não foi fácil. Eram, melhor, são coisas, sítios, ritmos, trabalhos e pessoas completamente diferentes. Embora caiba tudo dentro do grande chapéu que é o jornalismo são coisas completamente opostas. 

O jornal não tem horários. Quando há que fazer trabalha-se! Por um lado há muitos tempos mortos. Por outro lado há dias setressantes durante os quais não se pára um segundo. É o exemplo dos dias de fecho da edição - todas as segundas de 15 em 15 dias. A loucura diria eu! Durante noite (e pela madrugada) tudo acontece tamanho é o desespero... Por exemplo, um recital de poesia ao escuro! Sim, ao escuro! Desligam as luzes com o pessoal a trabalhar! Lindo! Lá tem de ir alguém avisar que o people está a trabalhar... lá foi a Marta Sofia "dar à luz!", literalmente.

Foi diferente. Singular é a melhor forma de caracterizar a minha passagem pelo Jornal de Letras. Agora que venha a Visão (a revista que há anos compro religiosamente todas as quitas feiras). Que venham novos desafios. Amanhã é outro dia. Que seja um dos bons!



L'Éclair: Paris em Lisboa

Ficariam surpreendidos se vos dissesse que há um pedacinho de Paris mesmo em Lisboa? Existe mesmo!

Tenho o hábito (fantástico) de deambular pelas ruas de Lisboa. A melhor maneira de conhecer a cidade é percorrer as ruas. Podia ir onde quero de autocarro ou metro. Prefiro ir a pé. Só traz vantagens! Para além de ser ótimo para tonificar as pernas, permite encontrar os melhores sítios.

Andava pelas ruas quando de repente vi uma pequena boutique acolhedora. O seu nome: L'Éclair. Fui instantaneamente transportada para Paris. L'Éclair é (provavelmente) a melhor pastelaria francesa em Portugal. Sem dúvida os melhores éclairs de Lisboa, sem exagero!













Na vitrina do balcão reluzem! Cores, texturas, aromas. Senti-me no paraíso. Escolher revelou ser uma taferefa quase impossível! 15 sabores diferentes: caramelo, frutos vermelhos, chocolate, mascarpone, praliné, bourbon, framboesas, limão e tantos outros. Difícil foi escolher só um.






















Lá escolhi um. Só um mesmo! (nem sei como é que me contive!). O éclair de framboesas fez as minhas delícias. De comer e chorar por mais! De chorar literalmente! Apeteciam-me mesmo chorar... Queria comer mais e não podia..































Éclair significa relâmpago em francês. E acreditem que são mesmo uns autênticos relâmpagos!! O sabor é explosivo, intenso. Doces, estaladiços, e depois aquele creme sedoso, cremoso e aveludado! (aí só de estar a escrever isto até me vem a água à boca!)

Necessário acrescentar que fabricam macarons, croissants, pain au chocolate. Autênticas iguarias. E depois, os majestosos chás Mariage des Fréres, um chocolate quente ou um capuccino bem servido (ainda para mais da marca Valrhona – o meu veio acompanhado por uma pequena barra de chocolate da mesma marca!)




Não têm noção de como eu adoro, ou melhor, amo macarons! E os do L’Éclair são simplesmente divinais. Já os tinha provado na Feira de Chocolate do Campo Pequeno. Não consegui sair da boutique sem uma caixinha deles!





O atendimento é cuidado e exemplar. O dono, Mathieu Croiger, lá estava sorridente a perguntar se tudo estava do meu agrado. Adoro este tipo de atendimento. Senti-me uma autêntica princesa. 

A qualidade é um código incontornável em tudo o que servem. Todos os produtos são fabricados de forma artesanal no atelier-cozinha que se esconde por detrás da boutique.

Fiquei completamente rendida. Haja ginásio! (estes macarons têm de ir para algum lado!). Só existe um minúsculo (e quase insignificante) defeito: o preço. Os éclair são caros (uma média de 3,5€ por éclair doce). Mas a verdade é que valem cada cêntimo!

É na Duque d’Ávila que este pequeno paraíso parisiense tem morada (vai ser o local ideal para começar a planear a minha viagem – excited!!).

Paixão Assolapada #2

Sam Smith. Quer queiramos quer não todos conhecemos este nome (se não conhecem é porque provavelmente vivem em Marte!). Aos 22 anos já é grande no mundo da música. Aos poucos está-se a tornar gigante! É um dos artistas mais aclamados da atualidade. Não é para menos. Para o provar isso mesmo conta  com quatro Grammys e dois Brit Awards. O disco de estreia, In The Lonely Hour, entrou diretamente para o nº1 do Top Britânco e para nº 2 da Billboard. (Espantoso no mínimo!)

Não é o típico cantor pop "lindo de morrer", mas faz parar multidões, faz derreter corações. Emociona. Cativa. 

Apaixono-me a cada música. A cada palavra. A cada melodia. A cada harmonia. A cada silêncio. Não há como não gostar. Estou apaixonada. Há quem diga que os bons homens ou têm namorada ou são homossexuais. Cada vez acredito mais nisso. Ai se pudesse casava-me já! Era só ele dizer sim...

Dia 11de julho todos os caminhos vão dar ao NOS Alive. Der por onde der. Se não for acho que me dá uma coisinha má.

A música que vos deixo acompanha-me há duas semanas. Ouço-a todos dias (às vezes mais do que uma vez). É de uma simplicidade e de uma beleza únicas. E a mensagem... palavras para quê. Basta ouvir. Está tudo dito.