Brunette vai à bola

Nunca assisti a um jogo de futebol das bancadas. Ontem, pela primeira vez em 21 anos assisti a um.

Estava com sono. Estava cansada. Estava com frio. Segundo me disseram o jogo não era o melhor. O estádio estava a meio gás. Não era o meu glorioso no relvado. Mas sabem que mais? Nada disso importou.


O jogo estava marcado para as oito menos um quarto. O direto de Alvalade era às seis e meia.

Um estafeta levou-me a Alvaldade. Foi a viagem mais atribulada da minha vida. O rapaz fez cada manobra (e cá a uma velocidade!). Eu só lhe dizia "olha que eu quero chegar lá inteira!". Cheguei inteira e viva (graças a deus!). 

Eu não entendia aquela coisa da "magia do futebol". Agora entendo. Mas a minha magia é um bocadinho diferente. É magia com um "twist" (se fosse o meu Benfica a jogar tinha sido tudo diferente, talvez tivesse sentido a magia dos adeptos).


Sabem o que é ser tratada como jornalista? Não estão bem a ver! Aquele momento em que recebo uma credencial com o meu nome (o meu nome!!) e que por baixo diz "repórter SIC", É caso para dizer que fiquei de coração cheio (isto para não dizer histérica!). Fiquei com um sorriso de orelha a orelha. Eis a minha magia! A magia de me sentir grande mesmo sendo extremamente pequenina.







Serra da Estrela

Nesta altura do ano a Serra da Estrela recebe milhares de visitantes, “chamados” pela neve. Eu percebo-os. Também gosto de neve. Mas é fria e molhada. 

Existe muito mais para descobrir. Portugal é riquíssimo em paisagens de cortar a respiração. A Serra da Estrela não é exceção.

Não vos quero desiludir mas a Serra é muito mais linda e acolhedora noutras estações do ano (principalmente no outono).

Quero partilhar convosco uma pequena parte de um projeto fotográfico que fiz em novembro na Estrela.

















De facto temos muita sorte em viver num país de tamanha beleza!

Vou só ali e já volto

A semana já vai longa. Escrevo-vos a caminho de casa. Nunca pensei dizer o que vou dizer agora. Preparados? Não queria vir. Queria estar em Lisboa. Queria estar na redação, a trabalhar. Queria estar na SIC.

Sou uma menina da mamã e adoro o conforto de casa. Não me levem a mal. Estou muito feliz por ir a casa. Estar com a família e os amigos vai ser fantástico. Mas também estou triste.

Este estado de espírito só pode significar uma coisa: amo mesmo o que faço! Nunca (mas nunca mesmo) isto me aconteceu.

Estão a ver aquelas pessoas que estão sempre prontas para voltar para casa? Que estão sempre desejosas de regressar? Que não pensam noutra coisa? Eu era uma dessas pessoas. Sem tirar nem pôr. Sempre com a mala pronta. Sempre com um pé em terra e outro no comboio.

Essa pessoa já não existe. Vá, não vou ser tãoo radical. Existe mas está extremamente controlada. Encontrei o meu cantinho no mundo e na vida. E não o quero largar. Estou desejosa que segunda feira chegue. Estou desejosa de voltar à redação.

Sinto-me feliz, bem, aceite, realizada. Sinto que estou a aprender e a crescer. Sinto-me à vontade para ser quem sou sem rodeios: brinco, mando sempre o meu "bitaite" mas trabalho e muito! Mostro interesse. Dou sempre o máximo de mim em tudo o que faço. Não quero ser boa. Quero ser excecional e vou fazer por isso (nem que morra a tentar). Aprender, aprender, aprender!

Na quinta-feira acompanhei um jornalista em reportagem. Mote: final da carreira do árbitro Pedro Proença. Algum dia imaginava (a mim, a Marta Sofia!) que ia estar na mesma sala que os grandes nomes do futebol português? Nunca nesta vida!

É isto que me fascina. Foi por isto que decidi vir para o desporto. Faço o impensável, o inimaginável todos os dias! E sabem que mais: ADORO! Não podia estar mais feliz.


Só peço uma coisa: que um dia possa fazer disto vida. Vou fazer os possíveis e os impossíveis para que isso aconteça. Estou a apaixonar-me todos os dias pelo jornalismo, pela televisão. Espero um dia poder dizer: sou jornalista.

Paixão Assolapada #1

This Love. Misery. She Will Be Loved. Wont't Go Home Without You. Daylight. Payphone. Love Somebody. Maps. Sunday Morning. Animals. 

Já adivinharam o conteúdo deste post?

Há muito, muitooo, tempo que sou fã dos Maroon5. Não me recordo como é que esta paixão assolapada surgiu... Mas digo-vos uma coisa, esta paixão não tem fim! A-D-O-R-O-O-S!

Não existe uma música deles que eu não saiba de trás para a frente. Não existe uma música de que eu não goste. De verdade!

Os anos passam e eles ficam cada vez melhores (são como o vinho do Porto!). Ainda me lembro daquela onda mais antiga fofinha e romântica (quem não se lembra do álbum Songs About Jane?) Hoje têm uma onda mais animalesca. Cresceram os fofinhos, agoram estão mais atrevidos. 

Assunto do momento: Sugar. O último vídeoclip deles é simplesmente fenonemal. Quando o vi pela primeira vez não queria acreditar. Quem me dera a mim que viessem cantar ao meu casamento. Melhor ainda: podiam aparecer aqui agora mesmo! (acho que, no mínimo, desmaiava!)


As notícias que questionam a veracidade do vídeo são inúmeras. A Banda é acusada de ter falsificado os casamentos. Verdade ou mentira uma coisa é certa, os Maroon5 conseguiram o que queriam: milhões de visulizações. O vídeo bateu recordes! Do nada tornou-se viral!


Digam o que disserem, o sucesso deles é incontestável. Para mim é uma das melhores bandas da atualidade (esta é apenas a minha modesta opinião).

É por estas e por outras que dia 17 de junho estou lá batida! Com muita pena minha não consegui ir vê-los em 2012 (tive de me contentar com a reles emissão televisiva do concerto). Este ano a história vai ser outra. Adam prepara-te que aqui vou eu!

Waffles de Aveia

Aqui fica uma receita, a primeira do blog: Waffles de aveia.

É uma receita muito útil (pelo menos para mim). São fantásticos porque se adaptam a todas as minhas refeições. Tanto serve para o pequeno almoço como para o lanche. Tanto serve de pré-treino como pós-treino.

É simples, rápido, de fácil preparação e não suja quase loiça nenhuma (e isso para mim é muito importante!)


Ingredientes:
2 colheres de sopa de aveia
2 colheres de sopa de linhaça dourada
1 colher de sopa de frutose ou açúcar mascavado
1 colher de café de fermento
1 ovo
3 claras
Canela a gosto


Preparação:
Colocar os ingredientes todos num processador de comida ou uma liquidificadora. 
Misturar até obter uma massa homogénea.
Colocar a massa na máquina de waffles durante três minutos.


Acompanhamentos:
Existem várias opções de acompanhamentos. Depende muito do gosto de cada um. Deixo-vos aqui algumas sugestões:

  • Morangos e Mel
  • Iogurte natural sem açúcar (eu gosto dos da Alpro) e frutos vermelhos
  • Coco ralado e canela
  • Uma compota qualquer sem adição de açúcar



Experimentem, vão ver que são deliciosos. É a prova provada que, para comermos de forma saudável não temos de abdicar de docinhos.






Cara Nova







Ano Novo, Cara Nova. O mesmo conceito. Um look à altura.

Finalmente tenho o meu (tão esperado) logotipo. ADORO! Quem sabe, sabe. E mais não digo. Aliás, digo só uma coisa... Obrigada João!

Não podias ter tido um tiro mais certeiro. O Blog é a minha cara! Simples e sofisticado. Não me conheces mas é como se me conhecesses a minha vida inteira. Estou aqui eu, cada nuance do meu ser. Sem tirar nem por. 

Aproveitem para dar uma vista de olhos ao trabalho maravilhoso do João, não se vão arrepender. 

A minha "Terra do Nunca"

O dia era de nervos. Às quatro da tarde tinha de me apresentar na SIC. Passei a manhã em histeria completa (típico!). Os nervos, ai os nervos! Aquele sonho remoto (que em tempos me pareceu extremamente utópico) ia-se tornar a realidade. Melhor, já é realidade, a minha realidade (e que bem que sabe dizer isto).

"Isso é só um mero estágio" dizem-me alguns. "Só lá vais estar um mês", dizem outros. Sim, é um estágio. Só vai durar um mês, é verdade. Mas não é um estágio qualquer. Não existe nada de vulgar num estágio como este. Seja um mês, ou dois, ou dez, isso não interessa. Eu posso lá estar um mês e aprender tanto ou mais que uma pessoa que esteja seis. O empenho e dedicação que cada um põe naquilo que faz é que faz toda a diferença. E assim se separa o trigo do joio. 

Todos temos de começar por um algum lado. Seja qual for a profissão. Ninguém nasce ensinado. Ninguém começa como chefe de uma empresa. Nem de longe nem de perto. É a forma como encaramos as coisas e como agimos que nos fará vingar ou não. Dou sempre o meu máximo em tudo o que faço. Dedico-me. Esforço-me. Algum dia o esforço será recompensado. Para os bons há sempre lugar! É assim que eu penso. É assim que mantenho a esperança. É assim que não desanimo quando me dizem "nunca vais ter trabalho".

Imaginem a "Terra do Nunca". Aquele lugar distante, idílico, utópico, mágico. Todos nós temos um lugar assim, nem que seja apenas na nossa mente. A minha "Terra do Nunca" sempre foi só uma: o mundo da Televisão. Era um sonho distante. Um sonho que agora é bem real, palpável, visível. 

Arrebatadora, apaixonante, deslumbrante, cativante, mas acima de tudo MÁGICA. A televisão é tudo o que sempre imaginei. Talvez com uma ou duas nuances, mas para melhor. Um pouco mais pequena, mas igualmente fascinante. 

Fiquei na editoria que tanto queria. Não vão conseguir adivinhar qual! É inimaginável! Pensem na coisa mais improvável que vos vier à cabeça... Queria desafiar-me. Testar-me. Aprender mais. Aprender não só a fazer algo novo mas também coisas novas, assuntos novos. Queria estar numa editoria onde pudesse aprender todos os dias.  Já lá chegaram?
Marta Matos: a mais recente aquisição do Desporto! Eu não avisei que era a coisa mais improvável de todos os tempos? 

E vocês perguntam: "mas o raio da garota percebe alguma coisa de desporto?" ZERO! O desafio é esse mesmo. Não fiquem a pensar que sou louca (embora seja um bocadinho).

Só cá estou há dois dias e já aprendi mais do que alguma vez imaginei: nomes de treinadores, jogadores, termos técnicos e coisas que tal. Qualquer dia estou uma "expert" desportiva. Esperem para ver. Mas não é só isso. Há mais, muito mais. Recebi bons conselhos, excelentes diria eu. Arranjei mentores do melhor que há. De verdade! 

Tinha a ideia (agora vejo que errada) que os jornalistas televisivos eram mais competitivos, individualistas, arrogantes. Muito pelo contrário. Fui muito bem recebida. Tenho colegas que perdem o seu tempo a ensinar-me. Ensinar-me como funcionam os programas, como fazer um bom off, um bom Talking Head, uma boa peça. Até já houve um jornalista que se disponibilizou a dar-me dicas de colocação de voz! Querem melhor?

Adoro o pessoal do desporto. Tratam-me carinhosamente por Martinha. Super porreiros, flexíveis, descontraídos. (e eu a pensar que na Televisão andava tudo maluco, pressionados com o tempo, ainda não vi nada disso!). Fossem todos os jornalistas assim e o mundo era um lugar bem melhor.

Acho que não podia ter começado de melhor forma!